Helio Ventura

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Helio Ventura, Cientista Social e Músico
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segunda-feira, 29 de julho de 2013

UNIGRANRIO OFERECE MESTRADO PROFISSIONAL PARA PROFESSORES DA REDE


UNIGRANRIO OFERECE MESTRADO PROFISSIONAL PARA PROFESSORES DA REDE

 16/07/2013 - 16:49h - Atualizado em 16/07/2013 - 16:49h 
As inscrições deverão ser feitas até o dia 31 de julho

A Universidade Unigranrio, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação, está oferecendo cinco vagas no curso de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências na Educação Básica. O programa é voltado para professores em exercício nos Ensinos Fundamental e Médio que atuam nas áreas de Biologia, Física, Química e Matemática.

O Mestrado tem como objetivo oferecer oportunidades para o aprimoramento da formação e prática do docente, adotando um enfoque interdisciplinar que alia atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Os professores interessados deverão se inscrever até o dia 31 de julho, no sitehttps://sga.unigranrio.edu.br/sga/Principal?alias=stricto.

Para participar, os professores deverão cumprir algumas exigências do processo seletivo, como: participação em ações de formação de professores; cumprimento do Currículo Mínimo; participação em todas as avaliações internas e externas; e o lançamento de notas do aluno do sistema Conexão Educação, de acordo com o calendário estipulado pela Seeduc.


Para acessar o edital, clique aqui. 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA OFERECE ESTÁGIO

SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA OFERECE ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO
Para: Universitários que estejam cursando um dos 4 (quatro) últimos
períodos semestrais do Nível Superior.
Áreas: Jornalismo (02) duas vagas, Ciências Contábeis (04) quatro
vagas, Biblioteconomia (06) seis vagas,
Administração (2) duas vagas, Arquivologia (01) uma vaga, Museologia
(04) quatro vagas, História (05) cinco
vagas e Design Gráfico (01) uma vaga.
Carga Horária: 20 horas semanais
Bolsa-Auxílio: R$ 443,34
Auxílio-transporte: R$ 121,00
Seleção: através do Coeficiente de Rendimento (a partir de 7), análise
de currículo e entrevista
Instituição Conveniada:
. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO
INSCRIÇÃO:
Período: 25/02 à 01/03/2013
Horário: das 10 h às 12 h e das 14h às 16h
Documentos Necessários:
. Carteira de Identidade (original e xerox)
. CPF (original e xerox)
Original de:
Declaração da Instituição de Ensino, citando o período cursado pelo
aluno e o nº de períodos do curso.
Histórico Escolar com coeficiente de rendimento acumulado no curso.
Currículo
Local de Inscrição:
Gerência de Recursos Humanos
Rua Afonso Cavalcanti, 455 sala 270 – Cidade Nova
Telefones: 2976-1203 / 2976-2512

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

EDITAL CURSO PENESB GRATUITO



UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO ASSISTIDA POR MEIOS INTERATIVOS
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO SOBRE O NEGRO NA SOCIEDADE BRASILEIRA(Penesb)
CURSO DE EXTENSÃO À DISTÂNCIA: EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICORRACIAIS
EDITAL
A coordenação do curso de extensão na modalidade à distância EDUCAÇÃO PARA AS RELÇÕES ÉTNICORRACIAIS do Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, comunica que estão abertas as inscrições para cursistas nos seguintes polos: Rio Bonito, Angra dos Reis e Três Rios.
1.     Condições para inscrição
Ser professor da escola básica na rede pública (municipal, estadual ou federal)
2.     Da inscrição
2.1—As inscrições serão feitas exclusivamente on line, no site do Penesb, www.uff.br/penesb, no período de 16 de agosto a 15 de setembro de 2012
2.2 –Não há taxa de inscrição
2.3 – Documentação:
Os candidatos deverão enviar pelo correio, por sedex, com data de postagem até 15 de setembro a seguinte documentação:
-- cópia do diploma de graduação ou do ensino médio e histórico escolar
-- cópia da carteira de identidade e CPF
-- duas fotos ¾ recentes
-- Curriculum vitae
-- Cópia do comprovante de inscrição
-- Cópia de comprovante de residência
-- Cópia de documento comprobatório de exercício profissional na rede pública datado de 2012
2.4 – Endereço para encaminhamento da documentação: Rua Prof. Marcos Waldemar Freitas Reis, s/n Campus do Gragoatá, bloco D sala 509 – Cep 24 210 201 – bloco D sala 509 -- Niterói RJ
A inscrição será deferida após análise da documentação. Esta análise consistirá em verificar se o candidato preenche os requisitos estabelecidos neste edital. Os que não forem selecionados poderão retirar seus documentos no respectivo polo, 10 dias após a publicação do resultado final.
A comissão de seleção poderá solicitar a comprovação do declarado no curriculum vitae se considerar necessário.
3- Do processo de seleção
A seleção dos candidatos será feita considerando os seguintes aspectos:
--- Formação inicial: Graduação
Ensino Médio
--- Formação continuada:
Pós-graduação stricto sensu
Pós-graduação lato sensu
Extensão 180 horas
Extensão menos de 180 horas
--- Tempo de serviço no magistério público:
Mais de 20 anos
De 10 a 19 anos
Menos de 10 anos
--- Interesse pelo tema
4- Resultados da seleção:
Serão selecionados 60 inscritos por polo em um total de 180 cursistas. Para cada polo serão selecionados 20 excedentes, para inclusão no curso, caso haja desistência entre os sessenta primeiros classificados.
Em caráter de exceção, a critério da comissão de seleção, poderão ser incluídos no curso, auxiliares de pesquisa do Penesb, estudantes de cursos de licenciatura e membros de órgãos públicos que atuam em setores destinados à elaboração de políticas públicas para a promoção da igualdade racial.
5 – Divulgação dos resultados
Os resultados serão divulgados no site do Penesb no dia 18 de setembro a partir das 14 horas
6 – Período de matrícula: De 18 a 22 de setembro no site do Penesb. Os classificados que não fizerem a matrícula neste período serão automaticamente eliminados e substituídos pelos excedentes na ordem de classificação.
7 – Período do curso: O curso será ministrado no período de 29 de setembro de 2012 a 30 de maio de 2013.
8 – Certificado: Somente terão direito a certificado os cursistas que obtiverem desempenho satisfatório em todos os módulos.
Niterói, agosto de 2012.
Márcia Maria de Jesus Pessanha
Coordenadora do Penesb/coordenadora de tutoria
Iolanda de Oliveira
Coordenadora do curso
Última atualização em Ter, 11 de Setembro de 2012 19:00


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Palestras na OAB Caxias sobre questões etnicorraciais


Aguardo vocês lá!!!
Entidades sem fins lucrativos, Associações, Conselhos Municipais, Comunidades Tradicionais de Terreiros de Duque de Caxias, não podem ficar de fora... São vocês que promovem trabalhos para a garantia da igualdade de direitos e o fim do racismo!!!

Data 18 de maio de 2012
Horário 14 ás 17 h.
Local: OAB - Duque de Caxias, Rua Passo da Pátria 191 (transversal à Av. Brigadeiro Lima e Silva/ próximo da UNIGRANRIO) - Bairro  Jardim 25 de Agosto.


  A Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, a Subsecretaria de Direitos Humanos através da Coordenação Municipal de Políticas e Promoção de Igualdade Racial e Direitos Humanos - COMPPIRD promove o Projeto CAFÉ COM DIREITOS - DIREITO DO NEGRO.
Neste dia ocorrerão palestras voltadas para questões étnico-raciais que servirão de suporte para a discussão do Plano Municipal de Igualdade Racial  que está sendo elaborado pela COMPPIRD conjuntamente com entidades da sociedade civil,  secretarias governamentais e munícipes interressados na temática. Esta uma iniciativa de intercâmbio entre a SMASDH ( município ) e SEASDH ( estado ) no combate ao racismo, promoção igualdade de direitos  e fortalecimento    da   ampliação de  programas e projetos de desenvolvimento social.
 

Profª Valeria Teixeira
Presidente de Honra do Centro Cultural Agué Marê
Coordenadora do Mutirão para Legalização das Comunidades Tradicionais de Terreiros do Estado do Rio de Janeiro
Conselheira do Conselho Municipal de Cultura de Duque de Caxias/RJ
Membro do Grupo de Trabalho para Enfrentamento a Intolerância e Discriminação Religiosa para Promoção de Direitos Humanos da SEASDH/RJ
Contatos: (21) 2675-0615 / 9327-0094 / 9879-8707 / 8385-7943 / 7744-2234 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Supremo decide, com unanimidade, a favor das cotas raciais



Supremo decide, com unanimidade, a favor das cotas raciais


Todos os dez ministros votaram favoravelmente às cotas


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/supremo-decide-com-unanimidade-favor-das-cotas-raciais-4744152#ixzz1tfgNZAX2 

Indio Guarani Araju Sapeti e expulso pela segurançaa do STF após protestar dentro do Plenário durante votação sobre o sistema de cotas raciais para o acesso à universidade brasileira
Foto: Gustavo Miranda/Agencia O globo

Indio Guarani Araju Sapeti e expulso pela segurançaa do STF após protestar dentro do Plenário durante votação sobre o sistema de cotas raciais para o acesso à universidade brasileiraGUSTAVO MIRANDA/AGENCIA O GLOBO
BRASÍLIA - Todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram favoravelmente à política de cotas raciais para ingresso na Universidade de Brasília (UnB). Os dez ministros da Corte são a favor das cotas. O ministro Luiz Fux, o primeiro a votar nesta sessão, afirmou que a reserva de 20% das vagas para negros no vestibular é uma forma de “remediar desvantagens impostas por minorias em razões de preconceitos passados”. Foi o segundo voto no julgamento de uma ação proposta pelo DEM contra a medida. O julgamento começou na quarta-feira, com o voto do relator, Ricardo Lewandowski, no mesmo sentido. O ministro Dias Toffoli não participará do julgamento porque está impedido. Quando ele era advogado-geral da União, deu parecer sobre o assunto.
- Uma coisa é vedar a discriminação; outra coisa é implementar políticas que levem à integração social e étnica do afro-descendente diante dessas ações afirmativas, principalmente dessa integração social acadêmica - disse Fux.
O ministro ressaltou para um “paradoxo do sistema” segundo o qual “só chega na universidade pública quem estudou em escola privada”. Para ele, não há uma resposta plausível para essa injustiça.
- A opressão racial dos anos da sociedade escravocrata brasileira deixou cicatrizes que se refletem na diferenciação dos afro-descendentes. A injustiça do sistema é absolutamente intolerável - continuou. - A constituição de uma sociedade justa e solidária impõe a toda a coletividade a reparação danos pretéritos perpetrados por nossos antepassados, adimplindo obrigações jurídicas.
No meio do voto de Fux, um indígena que estava presente à sessão interrompeu o ministro. Isso porque o julgamento é sobre a política de cotas raciais em sua totalidade, e não de partes da regra. Segundo a ação do DEM, são destinadas 20% das vagas dos vestibulares para negros, e há um processo separado para seleção de indígenas, que levam 10 vagas por semestre. Ou seja, eles não fazem vestibular.
O presidente da Corte, Carlos Ayres Britto, alertou que ele não poderia se manifestar.
- Se prosseguir, vou mandar os senhores te retirarem à força. Por favor, fiquem e vamos assistir ao julgamento - disse o presidente. Diante da insistência, Ayres Britto interrompeu a sessão por um minuto para que os seguranças o retirassem à força.
- A democracia às vezes tem seus momentos que as vezes ultrapassam a dose, mas faz parte da nossa Casa - lamentou Fux.
Ministra Rosa Weber também votou a favor das cotas
No discurso de seu voto, favorável às cotas, a ministra Rosa Weber afirmou que a liberdade e a igualdade devem andar juntas, e que se não há igualdade, a adoção de políticas compensatórias é necessária.
- Se os negros não chegam à universidade por óbvio não compartilham com igualdade de condições das mesmas chances dos brancos. Se a quantidade de brancos e negros fosse equilibrada poderia se dizer que o fator cor não é relevante. Não parece razoável reduzir a desigualdade social brasileira ao critério econômico - afirmou.
- Quando o negro se tornar visível nas altas esferas sociedade, política compensatória alguma será necessária. As cotas não ferem o critério do mérito. Os concorrentes às vagas de cotista devem passar por uma nota de corte, de forma que está presente também o critério do mérito - concluiu Rosa Weber.
Cármen Lúcia: Ações afirmativas são um processo
A terceira a votar na sessão desta quinta, a ministra Cármen Lúcia afirmou que a melhor opção não seria a adoção de políticas afirmativas, mas sim a igualdade de todos em uma sociedade. Ela votou a favor das cotas.
- Para ser igual e livre é preciso respeitar as diferenças, mas não fazer das diferenças algo que possa ferir nossa dignidade. As ações afirmativas não são as melhores opções, a melhor opção é uma sociedade com todo mundo livre para ser o que quiser. Isso é um processo, uma etapa, uma necessidade em uma sociedade onde isso não aconteceu naturalmente. Me parece que as políticas compensatórias devem ser acompanhadas de outras. Na minha experiência de professora, aqueles que tiveram essa oportunidade delas se valeram -afirmou em seu voto.
“É natural que ações afirmativas atraiam resistência”, diz Joaquim Barbosa
Único ministro negro da Corte, Joaquim Barbosa, votou a favor das cotas. Ele apontou que a contrariedade dos grupos que se beneficiam da discriminação às cotas é natural, e disse que nações desenvolvidas devem ter políticas inclusivas.
- Aos esforços de uns em prol da concretização da igualdade que contraponham os interesses de outros na manutenção do status quo, é natural que as ações afirmativas sofram o influxo dessas forças contrapostas e atraiam resistência da parte daqueles que historicamente se beneficiam da discriminação de que são vítimas os grupos minoritários.
Para Cézar Peluso, as pessoas dependem de oportunidades
O ministro Cézar Peluso também votou a favor das cotas. Para ele, as pessoas devem ter oportunidades, que serão importantes na construção de quem elas serão no futuro.
- O que as pessoas são e fazem dependem das oportunidades e das experiências que elas tiveram para se constituir como pessoa.(avaliar pelo ) mérito é justo apenas em relação aos candidatos que tiveram a mesma oportunidade, não é possível usar o mesmo critério para quem no passado não teve as mesmas oportunidades.
Segundo Gilmar Mendes, o modelo da UnB tem virtudes e defeitos
Mesmo seguindo o voto do relator, o ministro Gilmar Mendes alertou para uma eventual futura inconstitucionalidade do modelo da UnB (Universidade de Brasília), que não leva em conta, por exemplo, critérios sociais.
- Tenho muitas dúvidas em relação ao critério puramente racial. Aqui, não se contempla, permite-se uma possível distorção. Essa distorção precisa ser realmente enfocada. O modelo da UnB padece desse vício, podendo gerar distorções e perversões. Esse é um modelo que está sendo experimentado, cujas distorções vão se revelando no seu fazimento, e que reclama aperfeiçoamento.
Marco Aurélio Mello é o oitavo voto a favor
O oitavo ministro a votar, Marco Aurélio Mello afirmou que como há diferença social entre negros e brancos na sociedade, é possível apontar quem deve ser favorecido pelas cotas.
- Falta a percepção de que não se pode falar em Constituição Federal sem levar em conta acima de tudo a igualdade. Precisamos saldar essa dívida, do tocante a alcançar-se a igualdade. As autoridades públicas vão se pautar por critérios razoavelmente objetivos (para definir os beneficiados pelas cotas). Se somos capazes de produzir estatísticas sobre a posição do negro na sociedade e se é evidente a situação (desfavorável) do negro no mercado de trabalho, e não podemos negar isso, parece possível indicar aqueles que devem ser favorecidos pela política inclusiva.
Ações afirmativas protegem igualdade de discriminação, diz Celso de Mello
O ministro Celso de Mello, que votou a favor das cotas, destacou que a adoção desse instrumento é uma forma compensatória para garantir o direito à igualdade.
- Os deveres que emanam desses instrumentos (cotas) impõem a execução responsável e consequente dos compromissos assumidos em relação a todas as pessoas, mas principalmente aos grupos vulneráveis, que sofrem a perversidade da discriminação em razão de sua origem étnica ou racial. As ações afirmativas são instrumentos compensatórios para concretizar o direito da pessoa de ter sua igualdade protegida contra práticas de discriminação étnico-racial. Uma sociedade que tolera práticas discriminatórias não pode qualificar-se como democrática - disse.
Ayres Britto: Igualdade é valor constitucional para proteger os desfavorecidos
O último a votar, o ministro Carlos Ayres Britto, destacpu em seu voto que é preciso proteger os desfavorecidos, buscando o valor constitucional da igualdade para todos.
- Quem não sofre preconceito pela cor da pele já leva uma imensa vantagem, já é beneficiário, não desfruta de uma situação desfavorecida imbricada a outros. Aquele que sofre preconceito racial internaliza a ideia inconscientemente de que a sociedade o vê como um desigual por baixo. A igualdade só foi proclamada como valor constitucional para proteger os desfavorecidos. Os brancos, em matéria de discriminação, nunca precisaram de Constituição. Os heterossexuais nunca precisaram de Constituição.
O ministro afirmou que o preconceituoso é um “aproveitador”, que tira proveito do preconceito:
- O preconceituoso não é só um obtuso do ponto de vista lógico, ele é um obscuro do ponto de vista do crescimento interior, da solidariedade humana, da espiritualidade. Ele é um hedonista, um utilitarista um aproveitador. Ele tira vantagem econômica e social do preconceito. Por isso, o preconceito se mantém durante tanto tempo. É preciso que haja um plus da política pública promocional. É preciso que haja uma política pública diferenciada no âmbito das próprias políticas públicas. Não basta proteger. É preciso promover, elevar, fazer com que os segmentos ascenda.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/supremo-decide-com-unanimidade-favor-das-cotas-raciais-4744152#ixzz1tfea0oCt 

segunda-feira, 30 de abril de 2012

As Cotas são Constitucionais!!!


Viva, viva !!! 
     Cotas em Universidades Federais 
            Todos os ministros votaram a favor!!!

                   “Ações afirmativas se definem como políticas públicas voltadas a concretização do princípios constitucional da igualdade material a neutralização dos efeitos perversos da discriminação racial, de gênero, de idade, de origem. [...] Essas medidas visam a combater não somente manifestações flagrantes de discriminação, mas a discriminação de fato, que é a absolutamente enraizada na sociedade e, de tão enraizada, as pessoas não a percebem."     
26/04/2012 20h17 - Atualizado em 26/04/2012 20h26
Veja frases marcantes do julgamento sobre cotas raciais no Supremo
STF decidiu por unanimidade que é constitucional reservar vaga para negro.
Supremo julgou ação do DEM que questionou sistema de cotas da UnB.
Do G1, em Brasília
63 comentários
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que é constitucional a adoção de políticas de cotas raciais em instituições de ensino. Dos onze ministros do tribunal, somente Dias Toffoli não participou do julgamento porque elaborou parecer a favor das cotas quando era advogado-geral da União.
A ação julgada, protocolada pelo DEM, questionou o sistema de cotas raciais na UnB, com reserva de 20% das vagas do vestibular exclusivamente para negros e vagas para índios independentemente de vestibular. Outras duas ações na pauta do STF, que não começaram a ser analisadas, abordam cotas raciais combinadas com o critério de o estudante vir de escola pública. Elas devem ser analisadas na semana que vem, segundo o presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto.
Veja abaixo frases dos ministros durante o julgamento.
O ministro Ricardo Lewandowski, relator de ações que contestam o sistema de cotas nas universidades (Foto:  Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil)
Ricardo Lewandowski, relator
Votou a favor das cotas raciais
"Justiça social mais que simplesmente distribuir riquezas significa distinguir, reconhecer e incorporar valores. Esse modelo de pensar revela a insuficiência da utilização exclusiva dos critérios sociais ou de baixa renda para promover inclusão, mostrando a necessidade de incorporar critérios étnicos."

Ministro Luiz Fux STF (Foto: Carlos Humberto/SCO/STF)
Luiz Fux, ministro do STF
Votou a favor das cotas raciais
"A opressão racial dos anos da sociedade escravocrata brasileira deixou cicatrizes que se refletem na diferenciação dos afrodescendentes. [...] A injustiça do sistema é absolutamente intolerável."

Ministra Rosa Weber STF (Foto: Felipe Sampaio/SCO/STF)
Rosa Weber, ministra do STF
Votou a favor das cotas raciais
"Se os negros não chegam à universidade por óbvio não compartilham com igualdade de condições das mesmas chances dos brancos. Se a quantidade de brancos e negros fosse equilibrada poderia se dizer que o fator cor não é relevante. Não parece razoável reduzir a desigualdade social brasileira ao critério econômico."

Cármen Lúcia (Foto: Imprensa / STF)
Cármen Lúcia, ministra do STF
Votou a favor das cotas raciais
"As ações afirmativas não são as melhores opções. A melhor opção é ter uma sociedade na qual todo mundo seja livre par ser o que quiser. Isso [cota] é uma etapa, um processo, uma necessidade em uma sociedade onde isso não aconteceu naturalmente."

Joaquim Barbosa (Foto: Imprensa / STF)
Joaquim Barbosa, ministro do STF
Votou a favor das cotas raciais
“Ações afirmativas se definem como políticas públicas voltadas a concretização do princípios constitucional da igualdade material a neutralização dos efeitos perversos da discriminação racial, de gênero, de idade, de origem. [...] Essas medidas visam a combater não somente manifestações flagrantes de discriminação, mas a discriminação de fato, que é a absolutamente enraizada na sociedade e, de tão enraizada, as pessoas não a percebem."

Cezar Peluso (Foto: Imprensa / STF)
Cezar Peluso, ministro do STF
Votou a favor das cotas raciais
"Não posso deixar de concordar com o relator que a ideia [cota racial] é adequada, necessária, tem peso suficiente para justificar as restrições que traz a certos direitos de outras etnias. Mas é um experimento que o Estado brasileiro está fazendo e que pode ser controlado e aperfeiçoado."

Gilmar Mendes (Foto: Imprensa / STF)
Gilmar Mendes, ministro do STF
Votou a favor das cotas raciais, mas destacou que o ideal é um sistema de cota social
"Seria mais razoável adotar-se um critério objetivo de referência de índole sócio-econômica. Todos podemos imaginar as distorções eventualmente involuntárias e eventuais de caráter voluntário a partir desse tribunal que opera com quase nenhuma transparência. Se conferiu a um grupo de iluminados esse poder que ninguém quer ter de dizer quem é branco e quem é negro em uma sociedade altamente miscigenada."

Marco Aurélio Mello (Foto: Imprensa / STF)
Marco Aurélio Mello, ministro do STF
Votou a favor das cotas raciais
"Falta a percepção de que não se pode falar em Constituição Federal sem levar em conta acima de tudo a igualdade. Precisamos saldar essa dívida, no tocante a alcançar-se a igualdade."

Ministro Celso de Mello STF (Foto: Carlos Humberto/SCO/STF)
Celso de Mello, ministro do STF
Votou a favor das cotas raciais
"Os deveres que emanam desses instrumentos [compromissos internacionais assumidos pelo Brasil] impõem a execução responsável e consequente dos compromissos assumidos em relação a todas as pessoas, mas principalmente aos grupos vulneráveis, que sofrem a perversidade da discriminação em razão de sua origem étnica ou racial."

Carlos Ayres Britto (Foto: Nelson Jr. / STF)
Ayres Britto, presidente do STF
Votou a favor das cotas raciais
"É preciso que haja um plus da política pública promocional. É preciso que haja uma política pública diferenciada no âmbito das próprias políticas públicas. Não basta proteger. É preciso promover, elevar, fazer com que os segmentos ascendam."

Veja frases de outros juristas durante o julgamento.
Roberta Kauffman, advogada do DEM, autor da ação que questionava as cotas
Sustentou posição contrária às cotas raciais
"A imposição de um modelo de estado racializado, por óbvio, traz consequências perversas para formação da identidade de uma nação. [...] Não existe racismo bom. Não existe racismo politicamente correto. Todo o racismo é perverso e precisa ser evitado."

Indira Quaresma, advogada da UnB
Sustentou posição favorável às cotas raciais
“A UnB tira-nos, nós negros, dos campos de concentração da exclusão e coloca-nos nas universidades. [...] Sistema de cotas é belo, necessário, distributivo, pois objetiva repartir no presente a possibilidade de um futuro melhor."

Luís Inácio Adams, advogado-geral da União
Se manifestou favoravelmente às cotas raciais
"Existe uma realidade social que reproduz uma realidade de discriminação. Não é uma realidade institucionalizada. Não existe uma lei que proíba a ascenção social do negro no país, mas existe uma realidade que se reproduz há séculos numa conveniente permanente extratificação social em que aparece o componente racial."

Juliana Ferreira Correa, representante do Movimento Pardo-mestiço
Se manifestou contra cotas raciais
"Não podemos simplesmente considerar pardos e negros como iguais, ou que o pardo está inserido na categoria negra. Fazer tal afirmação é também racismo."

Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça do governo Lula e advogado da Associação Nacional dos Advogados Afrodescendentes
Se manifestou favoravelmente às cotas raciais
"Estamos vivendo um momento histórico de trazer o negro para viver neste amparo das ações afirmativas consistentes nessas cotas, que há mais de 10 anos melhoram as cores dos álbuns de formaturas, que deixam de ser apenas brancos."

Déborah Duprat, vice-procuradora-geral da República
Se manifestou favoravelmente às cotas raciais
"Cotas com recorte étnico e racial tem o propósito de promover a diversidade étnica na academia e não resolver o problema social. [...] A missão que a universidade elege é que vai determinar os méritos para a admissão. Se a universidade elege como missão promover a diversidade é esse o critério a ser medido. É essa capacidade a ser analisada. A Constituição não prega o mérito acadêmico como único critério."

OAS COTAS DA UNB FORAM APROVADAS PELO SUPREMO

 GLOBO
AÇÕES AFIRMATIVAS

Por unanimidade, STF decidiu que reserva de vagas em vestibulares para negros e pardos é constitucional. Os ministros julgavam o caso específico da UnB, que adotou em 2004 cota de 20% para afrodescendentes


O Dia

STF aprova cotas raciais em universidades por unanimidade

Brasília -  Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quinta-feira, por unanimidade, que a reserva de vagas em universidades públicas com base no sistema de cotas raciais é constitucional. Durante dois dias de julgamento, os ministros analisaram a ação ajuizada pelo partido Democratas (DEM), em 2009, contra esse sistema na Universidade de Brasília (UnB).
O último ministro a se manifestar, o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, disse que a política compensatória é justificada pela Constituição. Para ele, os erros de uma geração podem ser revistos pela geração seguinte.
“O preconceito é histórico. Quem não sofre preconceito de cor já leva uma enormevantagem, significa desfrutar de uma situação favorecida negada a outros”, explicou Britto.
Nove ministros acompanharam o voto do relator, Ricardo Lewandowski. O ministro Antônio Dias Toffoli se declarou impedido de votar, porque quando era advogado-geral da União posicionou-se a favor da reserva de vagas. Por isso, dos 11 ministros do STF, somente dez participam do julgamento.
Para o ministro Celso de Mello, as ações afirmativas estão em conformidade com a Constituição e com as declarações internacionais às quais o Brasil aderiu. De acordo com a ministra Cármen Lúcia, as políticas compensatórias garantem a possibilidade de que todos se sintam iguais.
“As ações afirmativas não são as melhores opções. A melhor opção é ter uma sociedadena qual todo mundo seja livre par ser o que quiser. Isso é uma etapa, um processo, uma necessidade em uma sociedade onde isso não aconteceu naturalmente”, disse a ministra.
Gilmar Mendes fez ressalvas sobre o modelo adotado pela Universidade de Brasília (UnB). Para ele, é necessária a revisão desse modelo, pois ele pode tender à inconstitucionalidade posteriormente.
“Todos podemos imaginar as distorções eventualmente involuntárias e eventuais de caráter voluntário a partir desse tribunal [racial da UnB], que opera com quase nenhuma transparência”, argumentou Mendes.
Para o DEM, esse tipo de política de ação afirmativa viola diversos preceitos fundamentais garantidos na Constituição. O partido justificou que vão ocorrer "danos irreparáveis se a matrícula se basear em cotas raciais, a partir de critérios dissimulados, inconstitucionais e pretensiosos", pois fica caracterizada "ofensa aos estudantes preteridos".
A UnB foi a primeira universidade federal a instituir o sistema de cotas, em junho de 2004. Atos administrativos e normativos determinaram a reserva de 20% do total das vagas oferecidas pela instituição a candidatos negros (entre pretos e pardos).
A ação afirmativa faz parte do Plano de Metas para Integração Social, Étnica e Racial da UnB e foi aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. No primeiro vestibular, o sistema de cotas foi responsável pela aprovação de 18,6% dos candidatos. A eles, foram destinados 20% do total de vagas de cada curso oferecido. A comissão que implementou as cotas para negros foi a mesma que firmou o convênio entre a UnB e a Fundação Nacional do Índio (Funai), de 12 de março de 2004.
Durante o julgamento, dois índios foram expulsos do plenário da Corte por atrapalhar a sessão durante o voto do ministro Luiz Fux. Os índios Araju Sepeti Guarani e Carlos Pankararu, que iniciaram a manifestação, foram imobilizados e retirados à força por um grupo de seguranças do Tribunal. Os índios criticaram o fato de só o sistema de cotas raciais estar em julgamento.
As informações são da Agência Brasil

segunda-feira, 5 de março de 2012

VAGA PARA EDUCADOR SOCIAL

Repassando...
 
 
Divulgando vaga para Educador Social, para trabalhar na Associação Projeto Roda Viva - Apoio Escolar com crianças entre 6 e 10 anos  na Comunidade Chácara do Céu, Borel -Tijuca.
Perfil / Competências : Maior de 18 anos, Ensino médio completo, Dinâmico, pró-ativo, com experiência em trabalhar com crianças, preferencialmente que more no entorno (Tijuca).
Horário: 13 às 17 horas de 2ª a 5ª feira e 9 às 13 h às sextas-feiras;
Salário: R$ 640,00 + vale transporte+Alimentação no local


Enviar currículo no corpo do e-mail para rodaviva@rodaviva.org.br aos cuidados de Nyeta ou Tatiana. Colocar no Assunto : Vaga para educador social
Att

Tatiana Velloso
Coordenadora de Programas de Desenvolvimento Comunitário
CRESS 16694 7ª região RJ
www.rodaviva.org.br
21 2224-7456
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Light oferece 200 oportunidades de emprego para moradores de favelas

Light oferece 200 oportunidades de emprego para moradores de comunidades
 
As inscrições começam esta semana e devem ser feitas na Associação de Moradores
 
 
Atenção comunidades! Nesta semana, além de mandar muita energia para os moradores de Santa Marta, Chapéu Mangueira, Babilônia, Providência, Formiga, Borel, Morro dos Macacos e Andaraí, a Light vai levar esperança para os que aguardavam uma oportunidade de emprego. É que a companhia, engajada em mais uma ação de cunho social em comunidades pacificadas, abre inscrições para as pessoas que quiserem trabalhar como atendente em seu call center. O treinamento para a primeira turma de candidatos selecionados começa no dia 15 de novembro.
 
Para participar, além de preencher ficha de inscrição na Associação dos Moradores da comunidade em que vive, a pessoa deve levar (xerox e original) do comprovante de residência (conta da Light), RG, CPF e Carteira de Trabalho (se tiver). Os selecionados farão entrevista coletiva, teste de dicção, informática, digitação, português e redação.  Após a seleção, o candidato passará por treinamento durante 35 dias, onde será formado ‘atendente’.
 
O salário oferecido é compatível com o mercado e, dentre os vários benefícios, os ‘futuros atendentes de call center’ poderão contar com assistência médica e odontológica; vale-refeição ou alimentação; vale-transporte; salário-família; auxílio-creche e lanches. Além desses, eles também terão acesso ao programa de qualidade de vida, campanhas motivacionais, treinamentos regulares e possibilidades de desenvolvimento da carreira.
 
A ação é fruto de uma parceria da Light com a empresa Algar Tecnologia, responsável pela operação do call center. E as comunidades selecionadas são algumas das que já receberam o Programa Comunidade Eficiente - também promovido pela Light -, que visa a eficiência energética, associando ações de cidadania e responsabilidade social.
 
Veja abaixo mais informações sobre as vagas:
 
Local de trabalho
Centro Empresarial Rio - Cidade Nova – EMPRESA ALGAR TECNOLOGIA
Carga horária
6 Horas diárias (Manhã, Tarde ou Noite)
Pré-requisitos para participar
Ter no mínimo 18 anos e possuir 2º grau completo
 
Mais informações
Assessoria de Imprensa Light
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